16setembro2008
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Como a família Pignoni que leva frutas e legumes, e sua filha andrea que faz tratamento odontológico das crianças;
O Arthur, que corta o cabelo das crianças e passa algumas horas com elas brincando, cantando e ensinando;
Ângela e o Jefferson que nos ajudam com cestas básicas e atividades semanais;
A D. Edna aposentada no TJ que ajuda na parte pedagógica e no reforço escolar;
A todos que sempre nos estendem a mão, como a Márcia, o grupo de jovens da congregação Israelita, as estagiárias de psicologia, o Daniel do Sacolão Frutt, o Grupo Mov BH que ensina o uso do computador, … e tantos outros;
agradecimento especial a colega Izabel e ao Dr. Ataliba Ronan Horta Almeida, cirurgião plástico do Hospital Mater Dei que, juntamente com sua equipe, realizou com êxito, a segunda cirurgia reparadora na nossa pequena Iara. Para quem não se lembra, a Iara (06 anos) apresentava sequelas de queimadura em várias partes do corpoe no rosto, por ter caído em uma bacia de água fervente, onde estava sendo preparado seu banho. Hoje a Iara está novamente com a família e mora na cidade de Três Marias.
12setembro2008
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Muita diferença – No final do ano passado recebemos uma criança, a Iara, hoje com 5 anos, que apresentava seqüelas de queimadura em várias partes do corpo e no rosto, decorrentes do descaso da mãe que não viu quando ela caiu dentro de uma bacia de água fervendo onde estava sendo preparado seu banho . Pois bem, em abril com toda a boa vontade de nosso anjo da guarda Dr. Ataliba Ronan Horta Almeida, cirurgião plástico do hospital Mater Dei, juntamente com sua equipe juntamente com sua equipe, realizou com êxito a primeira cirurgia reparadora na nossa pequena Iara. Outras cirurgias ainda serão necessárias, mas com a ajuda de pessoas como Dr. Ataliba, nossas aflições se transformam em alegria.
À toda a equipe que auxiliou a cirurgia nossos agradecimentos.
Santo de Casa – Agradecemos também ao Juiz de Direito da Vara da Infância e da juventude Dr. Marcos Padula, que concedeu, em tempo hábil, a autorização judicial necessária para que a cirurgia fosse feita na menor.
12setembro2008
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Pode sim, e muito! – Onde estão os nossos sócios fundadores que se reuniram naquela tarde, há cinco anos, em uma salinha anexo II, para eleger a 1ª diretoria e assinar a ata de fundação? Continuamos esperando que vocês se entusiasmem como naquele tarde e compareçam sempre que precisarmos. Vocês são importantes para a continuidade da TJ-Abriga. Estamos com saudades.
4setembro2008
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Um grupo de servidores do TJMG reuniu forças e implantou o TJ Criança Abriga, que tem por finalidade abrigar crianças em situação de risco social e pessoal.
A idéia de formar um núcleo surgiu há cerca de seis anos e cresceu com o engajamento de pessoas que têm a predisposição de ajudar o semelhante. O presidente do TJ Criança Abrigae diretor do Departamento Odontológico do Tribunal de Justiça, Itamar de Carvalho Ribeiro, lembra que muitos servidores manifestavam o interesse e a sensibilidade para a prática de ações sociais e a criação do núcleo uniu essas pessoas.
O próximo passo foi a formatação de um estatuto que envolvesse tanto a composição quanto estrutura e finalidade dessa idéia.
O TJ Criança Abriga, seria uma entidade civil, de direito privado, de natureza filantrópica e sem fins lucrativos. Visa abrigar crianças entre três e seis anos, em um sistema de co-educação. Ficou definido que seriam atendidas, no máximo, 15 crianças.
Hoje, nove crianças esperam na casa conquistada, através de um contrato de comodato, famílias que as queiram adotar e lhes ofereçam um novo lar. No TJ Criança Abriga, essas crianças recebem, além de carinho e atenção, educação, alimentação, moradia, assistência médica, psicológica e odontológica. Um psicólogo, uma mãe-social, uma monitora, dois funcionários e um motorista formam a equipe do abrigo.
As crianças participam de diversas atividades pedagógicas e de lazer. Voluntários são estimulados a passar finais de semanas ou feriados com elas, sob a supervisão do psicólogo. O objetivo é criar laços de afetividade entre os “padrinhos” e essas crianças e, ainda, encontrar possíveis casais para adotá-las. Os voluntários, quando entregam as crianças, respondem a um questionário, com perguntas relacionados ao convívio com os menores, o que constitui mais uma ferramenta de apoio ao trabalho desenvolvido.
Itamar Ribeiro avalia que as primeiras nove crianças chegaram muito agressivas ao abrigo. Resultado de inúmeras violências assimiladas, não só físicas como psicológicas. Mas, conforme pondera, a partir de um trabalho direcionado a minimizar os traumas adquiridos, hoje, essas crianças têm outro comportamento e estão preparadas para o convívio com outras pessoas.
O TJ Criança Abriga sobrevive de doações de servidores, do TJMG, campanhas de arrecadação e cestas básicas, resultado de penas alternativas aplicadas a apenados.
“O retorno é extremamente gratificante. É como dar às crianças um suporte para que elas se estruturem e alcancem objetivos quando crescerem. Para os voluntários, a recompensa é cada conquista, cada sorriso das crianças”, sintetiza Itamar Ribeiro.Fonte:TJ/MG
4setembro2008
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“Abrigar crianças em situação de risco social e pessoal, encaminhadas pelos Conselhos Tutelares e pela Vara da Infância e Juventude de Belo Horizonte, proporcionando condições para seu desenvolvimento integral e inserção social.” Essa é a missão do TJ Criança Abriga, fundado em agosto de 2000. A entidade civil de direito privado e de natureza filantrópica, sem fins lucrativos, nasceu da iniciativa de um grupo de servidores da ativa e aposentados do TJMG. Nesses quase sete anos de existência, o presidente do “TJ Criança Abriga”, Itamar de Carvalho Ribeiro, comemora os resultados do último ano. “No ano de 2006, 16 crianças abrigadas conseguiram a guarda provisória, adoção, ou retornaram para a casa de seus pais”.
No abrigo, quando a criança é acolhida, o primeiro passo é fazer com que ela se sinta segura no novo ambiente. Todos freqüentam escolas e recebem assistência à saúde, cuidados com higiene pessoal, além de atendimento psicológico e pedagógico durante o tempo indeterminado que permanecem na casa. As visitas familiares são permitidas semanalmente.
Porém a instituição, que hoje abriga 11 crianças de 3 a 12 anos, não recebe recursos de nenhum órgão público. “O nosso trabalho só existe em função da contribuição voluntária das pessoas”, ressalta o presidente. Por isso, aceita qualquer tipo de doação: alimentos, roupas, material escolar, livros, brinquedos, produtos de limpeza e etc.
Outra forma de contribuir é apadrinhar uma criança. Segundo o presidente do TJ Criança Abriga, o apadrinhamento pode ser financeiro e afetivo (o interessado poderá levar a criança para casa nos fins de semana para o convívio familiar, ou programar idas ao cinema, teatro ou outro tipo de recreação).
Ser voluntário também é outra maneira de auxiliar no prosseguimento dos trabalhos da entidade. Estudantes e também profissionais formados em pedagogia, direito, psicologia, pedagogia, qualquer área da saúde, sociologia e outros podem doar seu tempo para as crianças abrigadas. O endereço do TJ Criança Abriga é Rua Felipe Araújo, nº 75, bairro Santa Efigênia. Mais informações pelo telefone: (31) 3461-5868.
Assessoria de Comunicação Institucional
TJMG – Unidade Goiás
(31) 3237-6551
4setembro2008
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“Abrigar crianças em situação de risco social e pessoal, encaminhadas pelos Conselhos Tutelares e pela Vara da Infância e Juventude de Belo Horizonte, proporcionando condições para seu desenvolvimento integral e inserção social.” Essa é a missão do “TJ Criança Abriga”, fundado em agosto de 2000. A entidade civil de direito privado e de natureza filantrópica, e sem fins lucrativos nasceu da iniciativa de um grupo de servidores do TJMG.
A finalidade do “TJ Criança Abriga” é abrigar crianças em situação de risco social e pessoal, em sistema de co-educação, conforme disposto na Lei Federal 8069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente) e nas diretrizes da Resolução 31/97 do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.
» Como fazer sua doação
A instituição atualmente abriga 11 crianças de 3 a 12 anos e não recebe recursos de nenhum órgão público. Por isso, qualquer tipo de doação (alimentos, roupas, material escolar, livros, brinquedos, produtos de limpeza e etc) é muito bem vinda.
Outra forma de contribuir é apadrinhar uma criança. O apadrinhamento pode ser financeiro e afetivo (onde o interessado poderá levar a criança para casa nos fins de semana para o convívio familiar, ou programar idas ao cinema, teatro ou outro tipo de recreação).
Ser voluntário, também é outra maneira de auxiliar no prosseguimento dos trabalhos da entidade. Estudantes e também profissionais formados em Pedagogia, Direito, Psicologia, Pedagogia, ou qualquer área da saúde e sociologia, podem doar seu tempo para as crianças abrigadas.
Você servidor se quiser contribuir ou aumentar o valor de sua contribuição preencha a autorização abaixo encaminhe para a Kátia na CORFOP, 7º andar do Anexo I do TJMG
4janeiro2008
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Janaína, de 7 anos, Rita, de 4, Luan, de 2, Wesley, de 3, e André, de 9, sonham com um Natal aconchegante,

Meninos e meninas brincam com a árvore no abrigo e esperam a generosidade natalina de padrinhos
perto de primos, irmãos, amigos e muitos brinquedos. Mas esse desejo não é tão simples de virar realidade. Eles e outras 500 crianças e adolescentes, vítimas de maus-tratos, moram em abrigos e estão longe da família. Por isso, 23 casas de acolhimento em Belo Horizonte, em parceria com o Juizado da Infância e da Juventude, criaram o Programa Conviver, que tem o objetivo de oferecer a oportunidade para meninos e meninas abrigados passarem o feriado natalino com padrinhos voluntários. As portas dos abrigos estarão abertas até sexta-feira a quem tiver interesse de se candidatar a ficar com um deles.
Perto do pinheiro com bolas multicoloridas do abrigo TJ Criança Abriga, no Bairro Santa Efigênia, na Região Leste de BH, os meninos contabilizam os brinquedos que já ganharam e sonham com os possíveis futuros presentes do Papai Noel. Eles ainda esperam por uma mesa farta, regada com muito amor e carinho. De acordo com o presidente do Centro de Voluntariado de Apoio ao Menor (Cevam), Ananias Neves Ferreira, a iniciativa surgiuna década de 90 e dura o ano todo. No entanto, no período natalino fica mais forte a necessidade de as crianças passarem as festas em um ambiente familiar.
“A moeda de troca do programa é cunhada pelo amor e pela afetividade. O clima em família é completamente diferente do do abrigo. Mesmo sabendo que os ‘pais’, os ‘irmãos’ e ‘tios’ não são biológicos, o que importa é a alegria e a novidade de ter um vínculo, mesmo que passageiro. Ano passado todos foram beneficiados, espero que dessa vez isso se repita”, afirma Ferreira. Antes de levar a criança ou adolescente para casa, o padrinho é entrevistado pela assistente social e outros profissionais. “A indicação da criança é feita por nosso psicólogo. Geralmente, quando dois irmãos estão abrigados, passam o Natal juntos, na mesma família. É comum também a permanência da criança até o ano-novo, retornando ao abrigo no dia 2. Muitos padrinhos, no entanto, pedem autorização para continuar com os meninos durante as férias”, acrescenta. As pessoas costumam procurar a casa de acolhimento mais próxima de sua residência. Moradores da Grande BH também podem participar.
A mãe social Bernadeth de Aguiar Costa, de 51 anos, diz que quando as crianças saem e retornam à casa de acolhimento voltam muito mais alegres e criativas. “Há menores que saíram de uma realidade muito dura, como violência doméstica, sexual ou por negligência dos pais. Então, em uma oportunidade como essa, ficam muito ansiosos para passar as comemorações com famílias de verdade.”